Esta é uma visão de trabalho sobre Selank, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.
Atualizado em 2026-04-05. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
Enquanto alguns pesquisadores continuam a utilizar o conceito de raça para fazer distinções entre conjuntos confusos de características ou diferenças observáveis no comportamento, outros na comunidade científica sugerem que a ideia de raça é inerentemente ingênua ou simplista. Outros ainda argumentam que, entre os humanos, a raça não tem significado taxonômico porque todos os humanos vivos pertencem à mesma subespécie, o Homo sapiens sapiens. Desde a segunda metade do século XX, o conceito de "raças humanas" tem sido associado a teorias desacreditadas de racismo científico e tem sido cada vez mais visto como um sistema de classificação em grande parte pseudocientífico. Embora o termo ainda seja usado em contextos gerais, tem sido frequentemente substituído por termos menos ambíguos e/ou carregados, como populações, povo(s), grupos étnicos, ou comunidades, dependendo do contexto. Seu uso em genética foi formalmente renunciado pelas Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina dos Estados Unidos em 2023.
Fontes: pt.wikipedia.org
== Definição == Alguns estudiosos argumentam que embora "raça" seja um conceito taxonômico válido em outras espécies, não pode ser aplicada a humanos. Muitos cientistas têm argumentado que definições de raça são imprecisas, arbitrárias, oriundas do costume, possuem muitas exceções, têm muitas gradações e que o número de raças descritas varia de acordo com a cultura que está fazendo as diferenciações raciais; assim, rejeitaram a noção de que qualquer definição de raça pertinente a humanos possa ter rigor taxonômico e validade. Hoje em dia, a maioria dos cientistas estudam as variações genotípicas e fenotípicas humanas usando conceitos tais como "população" e "gradação clinal". Muitos antropólogos debatem se enquanto os aspectos nos quais as caracterizações raciais são feitas podem ser baseados em fatores genéticos, a ideia de raça em si, e a divisão real de pessoas em grupos de características hereditárias selecionadas, seriam construções sociais.
Fontes: pt.wikipedia.org
Um antropólogo que propusesse usar a raça como uma maneira séria de descrever a variabilidade humana seria ridicularizado pela profissão - não por razões de correção política, mas porque a ideia mostra uma evidente ignorância da biologia. Há mais de 60 anos, M. F. Ashley Montagu demoliu o conceito de "raça" em seu livro O Mito Mais Perigoso do Homem: A Falácia da Raça (1945). No entanto, como muitas más ideias, persiste a noção de que existe algum propósito útil em classificar a humanidade em cinco, seis ou uma dúzia de raças. Mas persiste à margem da antropologia, entre os livros de ciências populares e na imaginação não científica. Os seres humanos compartilham um ancestral comum muito recente para que haja muitas diferenças biológicas profundas entre nós. Do ponto de vista evolutivo, somos todos africanos.
Fontes: pt.wikipedia.org
Raças e etnias são uma construção social, que são inventadas e manipuladas, dependendo dos interesses de determinada sociedade. Exemplo disso é que a quantidade de raças humanas existentes varia no decorrer do tempo. Até meados do século XX, os europeus eram divididos em diferentes sub-raças: nórdicos predominando no Norte, alpinos no Centro e mediterrâneos mais ao Sul. Em 1916, no livro The Passing of the Great Race (A extinção da grande raça), o eugenista Madison Grant escrevia que os casamentos entre os nórdicos "superiores" e os alpinos e mediterrâneos "inferiores" debilitavam a raça superior através da mestiçagem. Essa divisão racial dos europeus influenciou o Congresso dos Estados Unidos que, em 1924, aprovou uma lei restritiva de imigração (lei de quotas), a qual favorecia a entrada de nórdicos e limitava a entrada de imigrantes oriundos do Sul e do Leste da Europa, como italianos, gregos, eslavos e judeus, conforme Madison Grant desejava. Posteriormente, essa subdivisão racial dos europeus caiu em desuso. Classificações raciais são frequentemente feitas com base em características físicas escolhidas arbitrariamente, como cor da pele e textura do cabelo. Porém, nos Estados Unidos, pelo menos até meados do século XX, uma pessoa de pele branca, olhos azuis e cabelos loiros, poderia ser considerada "negra", caso tivesse alguma ascendência africana publicamente conhecida. Isso deve-se à imposição da regra de uma gota pelo governo americano, quando passou a ser necessário definir quem era negro, com o advento da segregação racial, com as leis Jim Crow.
Fontes: pt.wikipedia.org
Selank é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Selank apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Selank)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Selank)